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Como funciona

Do WhatsApp ao ticket, sem ninguém digitar nada.

Quatro passos, e nenhum deles é um formulário. É por isso que o histórico está completo quando alguém precisa dele — não porque a equipe foi disciplinada, mas porque o registro nasceu do próprio atendimento.

O caminho

O que acontece com uma mensagem que chega agora.

  1. Chega a mensagem

    Alguém escreve para o número que a sua empresa já divulga. O cliente não instala nada, não abre portal e não tira senha.

    O número pode estar na Cloud API oficial da Meta ou numa instância da Evolution API. Os dois caminhos entram pelo mesmo webhook e viram a mesma conversa — a escolha do canal não muda nada do que vem depois.

    webhook → conversa

  2. Vira contato com histórico

    O número vira contato no mesmo instante. Se já era cliente, a conversa entra no histórico que já existia, junto com os tickets anteriores dele.

    Ninguém precisa cadastrar a pessoa antes de atender. O contato nasce do próprio atendimento, e é por isso que o histórico está completo quando alguém precisa dele — não porque a equipe foi disciplinada em preencher formulário.

    contato + histórico

  3. O agente tenta resolver

    Ele responde usando só as ferramentas que você liberou. Sem agente configurado, a conversa vai direto para a fila humana.

    O agente é opcional e reversível. Você pode subir o workspace só com a fila humana, ligar o agente depois, e tirá-lo da conversa a qualquer momento — o operador assume e o agente para de responder ali.

    search_knowledge_base · request_handoff_to_human

  4. Vira ticket na fila certa

    Departamento, fila, responsável e prazo saem do roteamento que você configurou. O ticket entra no board com a conversa anexada.

    O prazo respeita o horário comercial que você declarou: um ticket que chega sexta às 18h não queima o SLA durante o fim de semana. A distribuição pode ser round-robin dentro da fila ou ficar sem responsável até alguém assumir.

    fila: suporte · SLA 1ª resposta 60min

Tela de um ticket do Oryon com a conversa de WhatsApp ao lado, mostrando fila, responsável e contador de SLA.
O fim do caminho: o ticket e a conversa que o originou

Contexto contínuo

A conversa não recomeça quando o humano entra.

O que o cliente já contou, o que o agente já tentou e o que a regra já decidiu chegam junto com o ticket. Ninguém pede o mesmo dado duas vezes.

  • Histórico do contato

    Tudo que essa pessoa já falou com vocês, em qualquer ticket anterior.

  • Decisões do agente

    Quais ferramentas ele chamou, o que encontrou e por que parou.

  • Regras aplicadas

    Qual roteamento mandou o ticket para qual fila, sob qual política de SLA.

  • Notas da equipe

    O que os colegas escreveram internamente e o cliente nunca viu.

  • Timeline auditável

    Cada mudança com autor e horário. Serve para auditoria e para discutir menos.

Controle

Confiança por padrão. Permissões atribuídas, passos rastreáveis.

Automação sem visibilidade vira desconfiança — e desconfiança faz o time desligar a IA. Aqui você vê o que o agente fez, e pode tirá-lo da conversa a qualquer momento.

  • Você escolhe as ferramentas

    Por agente. Um agente pode responder sem poder fechar ticket, e a permissão que você não deu ele não tem.

  • Toda ação vai para a timeline

    Com autor e horário. O que o agente fez fica no mesmo log que o que a equipe fez — não numa aba separada de “coisas da IA”.

  • Assumir em um clique

    O operador entra no meio da conversa e o agente para de responder ali. Sem esperar o fim de um fluxo.

Comece com o número que você já atende.

A gente conecta o WhatsApp, sobe o workspace e você começa só com a fila humana. Os agentes entram quando você quiser.